Em 1949, ela é informada de que o seu bebê morreu. Em 2018, é dito à senhora de 88 anos: “Eu não morri”.

Em 1949 em Indiana, Estados Unidos, uma mulher de 18 anos, Genevieve Purinton, acabara de dar à luz um lindo bebê.

Genevieve na era casada e para a cultura da época isso era inaceitável. Foi então, que retiraram o bebê dela. Os médicos disseram que o bebê morreu logo após o nascimento.

Numa entrevista que ela deu à Fox News, Genevieve gentilmente lembrou dessa difícil provação: “Quando eu disse aos médicos que queria ver o meu bebê, eles me disseram que ele estava morto”.

E mais tarde ela passou por uma histerectomia, e infelizmente, não pode ter outros filhos.

Os anos se passaram e agora, Genevieve, já tem 88 anos.

Embora faça parte de uma família de oito pessoas, ela agora é a única sobrevivente e mora numa residência de idosos em North Tampa, Flórida.

O que Genevieve não sabia até recentemente, era que, durante todos esses anos, a vida estava lhe preparando uma surpresa e ela nem imaginaria.

A apenas 2400 km de onde Genevieve morava, uma mulher chamada Connie recebeu um presente de Natal, fazer um exame do seu DNA, com o objetivo de encontrar os seus ancestrais.

Connie sempre soube que fora adotada na Califórnia quando ainda era bebê. Mas desde que tinha 5 anos de idade, ela sempre se perguntou como seria a sua mãe biológica.

Ela fez muitas pesquisas até que finalmente conheceu uma senhora que revelou que a sua tia era provavelmente a mãe dela.

Podemos facilmente imaginar que o reencontro entre Connie e Genevieve foi muito intenso em emoções. Por um lado, Connie estava finalmente descobrindo o maior mistério da sua existência, enquanto, para Genevieve, o impossível aconteceu. Ela não só descobriu que a sua filha esteve viva todo esse tempo, mas, além disso, a senhora que estava condenada a viver na solidão descobriu que também tinha netos e até bisnetos!

Fonte: Ayoye; Crédito foto: Ayoye